sábado, junho 16, 2007

Introdução à Administração



Um dos campos do conhecimento que mais têm evoluído nas últimas décadas, quer quanto ao montante de suas novas conquistas teóricas, quer quanto às correspondentes técnicas desenvolvidas para aplicação, é o da Administração. Embora o advento da administração científica, através das contribuições de Taylor e Fayol, seja relativamente recente, observou-se, sobretudo após a Segunda Grande Guerra, uma expressiva multiplicação de novos desenvolvimentos teóricos, que culminaram com a abordagem sistêmica e suas mais recentes ramificações. Os desdobramentos resultantes da profusa produção científica de Administração exigem que os textos básicos de ensino da disciplina não só incorporem as contribuições mais recentes, como também assimilem as linhas mestras das tendências mais atuais, no sentido de que o próprio ensino da matéria, ainda que em nível introdutório, seja estruturado a partir delas. É exatamente aqui que reside o mérito mais significativo deste livro-texto, estruturado a partir da teoria sistêmica, principalmente na parte em que aborda, uma a uma, as grandes áreas funcionais da empresa. A obra está organizada em quatro partes. A primeira trata de uma introdução geral à administração, em que são focalizados temas como a importância da administração, sua evolução histórica como ciência e as diferenças fundamentais entre o trabalho individual e em grupo. Na segunda parte focalizam-se as grandes áreas funcionais da empresa. Inicia-se com uma descrição da função produção e de seus correspondentes subsistemas, para a seguir cuidar das funções financeiras de marketing e de recursos humanos. A terceira parte examina o processo empresarial, onde são destacados o processo de gerenciamento e suas funções principais, relacionadas ao planejamento, à organização e ao controle. Finalmente, a quarta parte trata da empresa. Aqui são vistas as formas de propriedade e de aquisição entre empresas, a expansão da empresa e o ambiente organizacional.



KWASNICKA, Eunice Lacava. Introdução à Administração. São Paulo: Atlas, 2004.

Gramática da Língua Portuguesa



Esta nova edição revista e atualizada acrescenta à Gramática da língua portuguesa a contribuição de todos os que, na sala de aula ou em outros ambientes de trabalho, utilizaram este livro e sobre ele refletiram. As críticas e sugestões recebidas de todos os que, de uma maneira ou de outra, têm interesse pelas questões da língua - particularmente professores e alunos - foram incorporadas pelos autores aos resultados do seu próprio trabalho no ensino médio e em cursos de aperfeiçoamento lingüístico para jornalistas e outros profissionais da comunicação. Desse conjunto de experiências e reflexões resulta este trabalho, que toma como objetivo de estudo e análise a língua portuguesa viva das salas de aula; das redações de jornais, rádios e redes de televisão; do dia-a-dia do país.



PASQUALE,Cipro Neto; INFANTE, Ulisses. Gramática da Língua Portuguesa. São Paulo: Scipione, 2004.

quinta-feira, junho 14, 2007

Técnicas de Comunicação Escrita



Publicada originalmente na década de 1980, a obra partiu de uma indagação fundamental do autor: o que devemos saber para escrever bem? (...) Como proposta de trabalho, o professor procurou elaborar um texto claro, objetivo e divertido. Começa com a história de um gerente apressado que, por medo de viajar de avião, pede à secretária que lhe compre uma passagem de trem para o Rio de Janeiro. Só que o gerente redige um e-mail tão confuso que a secretária acaba por comprar o bilhete errado. A partir daí, expõe as técnicas e os "segredos" da comunicação escrita.

Para Blikstein, a moral dessa história é "Quem não escreve bem... perde o trem!". Esse é o título do primeiro capítulo, que constitui a tese do livro: se não escrevermos corretamente, não obteremos as respostas que esperamos.

A nova edição desse livro da série "Princípios" confirma sua permanente utilidade e praticidade, na medida em que possibilita ao leitor conscientizar-se da importância de uma boa redação, seja aquela que serve de comunicação nas organizações empresariais, seja a elaborada no ambiente acadêmico.

"Não escrevemos bem no Brasil", esclarece Izidoro Blikstein. "Isso se deve a um equívoco histórico: confundimos a boa redação com o beletrismo, isto é, escrever bem é escrever nullbonitonull." Segundo o professor, escrever bem é, antes de tudo, escrever de modo claro, conciso e atraente. "As pessoas escrevem (e falam!) sem ter consciência do modo como a mensagem foi elaborada. Partem do princípio de que nullse está claro para mim, está claro para o leitornull, o que constitui um trágico engano."

A conseqüência desse equívoco, na avaliação de Blikstein, é a elaboração de textos confusos, obscuros e contraditórios, cujo resultado é ilustrado pela história contada acima, aquela do gerente apressado. "Quem não escreve bem, perde não só o trem, mas muitos outros bens: a calma, uma boa imagem e um bom cliente."


BLIKSTEIN, Izidor. Técnicas de Comunicação Escrita. São Paulo: Ática, 2006.

Literatura Brasileira e Portuguesa

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EM ARQUIVO

> A Abóbada (Alexandre Herculano)
> A Alma Encantadora Das Ruas (João do Rio)
> A Amarga Herança De Léo (Isabel Vieira)
> A Arbitragem E Seus Mitos (Welber Barral)
> A Asa Esquerda Do Anjo (Lia Luft)
> A Barca De Gleyre (Monteiro Lobato)
> A Benfazeja (Conto De Primeiras Estórias) (Guimarães Rosa)
> A Brasileira De Prazins (Camilo Castelo Branco)
> A Caçada (Conto Da Obra Antes Do Baile Verde) (Lygia Fagundes Telles)
> A Capital Federal (Artur Azevedo)
> A Carne (Júlio Ribeiro)
> A Carteira De Meu Tio (Joaquim Manuel de Macedo)
> A Casa (Natércia Campos)
> A Casa Do Girassol Vermelho (Murilo Rubião)
> A Ceia (Conto Da Obra Antes Do Baile Verde) (Lygia Fagundes Telles)
> A Chave (Conto Da Obra Antes Do Baile Verde) (Lygia Fagundes Teles)
> A Chinela Turca (Conto De Papéis Avulsos) (Machado de Assis)
> A Cidade Sitiada (Clarice Lispector)
> A Cinza Das Horas (Manuel Bandeira)
> A Colina Dos Suspiros (Moacyr Scliar)
> A Curva Da Estrada (Ferreira de Castro)
> A Distância Entre Nós (Thrity Umrigar)
> A Educação Pela Pedra (João Cabral de Melo Neto)
> A Escola Dos Annales (Peter Burke)
> A Escrava Isaura (Bernardo Guimarães)
> A Guerra Dos Mascates (José de Alencar)
> A Harpa Do Crente (Alexandre Herculano)
> A Invasão (Dias Gomes)
> A Legião Estrangeira (Clarice Lispector)
> A Luneta Mágica (Joaquim Manuel de Macedo)
> A Maçã No Escuro (Clarice Lispector)
> A Mão No Ombro (Conto) (Lygia Fagundes Telles)
> A Marca De Uma Lágrima (Pedro Bandeira)
> A Megera Domada (William Shakespeare)
> A Menina De Lá (Conto De Primeiras Estórias) (Guimarães Rosa)
> A Morte De D. J. Em Paris (Livro) (Roberto Drummond)
> A Mulher Que Escreveu A Bíblia (Moacyr Scliar)
> A Mulher Sem Pecado (Nelson Rodrigues)
> A Noite Dissolve Os Homens (Carlos Drummond de Andrade)
> A Normalista (Adolfo Caminha)
> A Revolta Da Cachaça (Antonio Callado)
> A Sereníssima República (Machado de Assis)
> A Via Crucis Do Corpo (Clarice Lispector)
> A Vida Como Ela É... (Nelson Rodrigues)
> A Viuvinha (José de Alencar)
> Abdias (Cyro dos Anjos)
> Agreste (Newton Moreno)
> Água Viva (Clarice Lispector)
> Alguma Poesia (Carlos Drummond de Andrade)
> Americanas (Machado de Assis)
> Amor De Salvação (Camilo Castelo Branco)
> Anarquistas, Graças A Deus (Zélia Gattai)
> Angústia (Graciliano Ramos)
> Antes Do Baile Verde (livro) (Lygia Fagundes Telles)
> Antologia (Gregório de Matos)
> Antologia Poética (Manuel Bandeira)
> As Cidades Invisíveis (Ítalo Calvino)
> As Encruzilhadas De Deus (José Régio)
> As Farpas (Eça de Queirós)
> As Minas De Prata (José de Alencar)
> As Velhas (Lourdes Ramalho)
> Auto Da Barca Da Glória (Gil Vicente)
> Auto Da Lusitânia (Gil Vicente)
> Auto Do Frade (João Cabral de Melo Neto)
> Aves De Arribação (Antonio Sales)

> Bagagem (Adélia Prado)
> Baú De Espantos (Mário Quintana)
> Boitempo I E II (Carlos Drummond de Andrade)
> Borges E Os Orangotangos Eternos (Luís Fernando Veríssimo)
> Bóris E Dóris (Luiz Vilela)
> Brasil: Terra à Vista! (Eduardo Bueno)
> Budapeste (Chico Buarque)

> Caiu O Ministério (França Júnior)
> Calabar - O Elogio Da Traição (Chico Buarque de Hollanda e Ruy Guerra)
> Camilo Mortágua (Josué Guimarães)
> Caminhos Cruzados (Érico Veríssimo)
> Canção Do Exílio (Gonçalves Dias)
> Cancioneiro Geral (Garcia de Resende)
> Cangaceiros (José Lins do Rego)
> Cantares (Hilda Hilst)
> Cantiga Da Ribeirinha (Paio Soares de Taveirós)
> Cantiga De Esponsais (Conto De Histórias Sem Data) (Machado de Assis)
> Cantiga Sua Partindo-se - Compilação (João Ruiz de Castelo Branco)
> Cantigas De Santa Maria (D. Afonso X)
> Cantos E Encantos Da Floresta 1 (Laélia Rodrigues)
> Capitão Do Fim (Luiz Guilherme Santos Neves)
> Capítulo Dos Chapéus (Conto De Histórias Sem Data) (Machado de Assis)
> Carnavais, Malandros E Heróis (Roberto da Matta)
> Carnaval (Manuel Bandeira)
> Cartas Chilenas (Tomás Antônio Gonzaga)
> Cartas Perto Do Coração (Fernando Sabino)
> Casa-Grande E Senzala (Gilberto Freyre)
> Casos Do Romualdo (Simões Lopes)
> Catar Feijão (João Cabral de Melo Neto)
> Cem Anos De Perdão (Clarice Lispector)
> Cem Dias Entre Céu E Mar (Amyr Klink)
> Cemitério De Elefantes (Dalton Trevisan)
> Chove Sobre Minha Infância (Miguel Sanches Neto)
> Cinco Minutos (José de Alencar)
> Ciranda De Pedra (Lygia Fagundes Telles)
> Clepsidra (Camilo Pessanha)
> Comédias Para Se Ler Na Escola (Luís Fernando Veríssimo)
> Como E Porque Sou Romancista (José de Alencar)
> Concerto Campestre (Luís Antônio de Assis Brasil)
> Contos (Eça de Queirós)
> Cordéis E Outros Poemas (Patativa do Assaré)
> Crônica De Uma Morte Anunciada (Gabriel García Márquez)
> Cronistas Do Descobrimento (Org. Antônio Carlos Olivieri e Marco Antonio Villa)

> Depois Daquela Viagem (Valéria Polizzi)
> Dez Cordéis Num Cordel Só (Antônio Francisco Teixeira de Melo)
> Dispersão (Mário de Sá-Carneiro)
> Diva (José de Alencar)
> Divã (Martha Medeiros)
> Doidinho (José Lins do Rego)
> Dois Irmãos (Milton Hatoum)
> Dona Guidinha Do Poço (Manuel de Oliveira Paiva)
> Dos Valores Do Inimigo (Pedro Salgueiro)

> Eles Eram Muitos Cavalos (Luiz Ruffato)
> Em Liberdade (Silviano Santiago)
> Emigrantes (Ferreira de Castro)
> Encarnação (José de Alencar)
> Ensaio Sobre A Cegueira (José Saramago)
> Esaú E Jacó (Machado de Assis)
> Espectros (Cecília Meireles)
> Estação Carandiru (Draúzio Varella)

> Fanfarras (Teófilo Dias)
> Felicidade Clandestina (Clarice Lispector)
> Feliz Ano Novo (Rubem Fonseca)
> Feliz Ano Velho (Marcelo Rubens Paiva)
> Folhas Caídas (Almeida Garrett)

> Geração Dos Maus (José Humberto Dutra)

> Helena (Machado de Assis)

> Iaiá Garcia (Machado de Assis)
> Inconfidências Mineiras (Sônia Sant'Anna)
> Invenção De Orfeu (Jorge de Lima)

> João Miguel (Rachel de Queiroz)
> José Matias (Eça de Queirós)

> Laços De Família (Clarice Lispector)
> Leão-de-chácara (João Antônio)
> Livro De Ocorrências (Rubem Fonseca)
> Livro De Pré-coisas (Manoel de Barros)
> Livro Sobre Nada (Manoel de Barros)
> Longe Dos Olhos (Machado de Assis)
> Losango Cáqui (Mário de Andrade)
> Luas-de-mel (Guimarães Rosa)

> Macário (Álvares de Azevedo)
> Maíra (Darcy Ribeiro)
> Malagueta, Perus E Bacanaço (João Antônio)
> Manifesto Antropofágico (Mário de Andrade)
> Manifesto Pau-Brasil (Oswald de Andrade)
> Mar Morto (Jorge Amado)
> Memorial De Aires (Machado de Assis)
> Memorial De Maria Moura (Rachel de Queiroz)
> Memorial Do Fim: A Morte De Machado De Assis (Haroldo Maranhão)
> Memórias Do Cárcere (Graciliano Ramos)
> Mensagem (Fernando Pessoa)
> Meu Tio Roseno, A Cavalo (Wilson Bueno)
> Moça Com Flor Na Boca (Airton Monte)
> Mongólia (Bernardo Carvalho)
> Muitas Vozes (Ferreira Gullar)

> Na Venda Do Meu Pai (Luiz de Paula Ferreira)
> Nariz De Vidro (Mário Quintana)
> Nova Antologia Poética (Vinícius de Moraes)
> Nove Noites (Bernardo Carvalho)

> O Analista De Bagé (Luís Fernando Veríssimo)
> O Aprendiz De Feiticeiro (Mário Quintana)
> O Arado (Zila Mamede)
> O Beijo No Asfalto (Nelson Rodrigues)
> O Bom Ladrão (Fernando Sabino)
> O Cabeleira (Franklin Távora)
> O Chalaça (José Roberto Torero)
> O Cobrador (Livro) (Rubem Fonseca)
> O Conto Da Ilha Desconhecida (José Saramago)
> O Coronel E O Lobisomem (José Cândido de Carvalho)
> O Demônio Familiar (José de Alencar)
> O Equívoco - Contos Bandidos (João Uchoa Cavalcanti Netto)
> O Ermitão De Muquém (Bernardo Guimarães)
> O Fantasma De Luís Buñuel (Maria José Silveira)
> O Fiel E A Pedra (Osman Lins)
> O Filho Do Pescador (Teixeira e Souza)
> O Fogo E As Cinzas (Manuel da Fonseca)
> O Fotógrafo (Cristóvão Tezza)
> O Gaúcho (José de Alencar)
> O Grande Mentecapto (Fernando Sabino)
> O Guardador De Rebanhos (Alberto Caeiro, heterônimo de Fernando Pessoa)
> O Jardim E A Praça (Nelson Saldanha)
> O Livro Das Ignorãças (Manoel de Barros)
> O Lustre (Clarice Lispector)
> O Menino (João Uchôa Cavalcanti Netto)
> O Mistério Da Casa De Sintra (Eça de Queirós)
> O Mistério Da Casa Verde (Moacyr Scliar)
> O Moço Loiro (Joaquim Manuel de Macedo)
> O Moleque Ricardo (José Lins do Rego)
> O Monstro (Sérgio Sant'Anna)
> O Mulato (Aluízio Azevedo)
> O Navio Negreiro (Castro Alves)
> O Pagador De Promessas (Dias Gomes)
> O País Do Carnaval (Jorge Amado)
> O Pintor De Retratos (Luís Antônio de Assis Brasil)
> O Pintor Que Escrevia (Leticia Wierzchowski)
> O Recado Do Morro (Conto De Corpo De Baile) (Guimarães Rosa)
> O Rei Da Vela (Oswald de Andrade)
> O Ritmo Dissoluto (Manuel Bandeira)
> O Santo Inquérito (Dias Gomes)
> O Segredo Do Bonzo (Conto De Papéis Avulsos) (Machado de Assis)
> O Seminarista (Bernardo Guimarães)
> O Sermão Da Sexagésima (Pe. Antônio Vieira)
> O Sertanejo (José de Alencar)
> O Tambores De São Luís (Josué Montello)
> O Tesouro Da Casa Velha (Cora Coralina)
> O Tesouro De Chica Da Silva (Peça Da Obra A Revolta Da Cachaça) (Antonio Callado)
> O Tronco Do Ipê (José de Alencar)
> O último Voo Do Flamingo (Mia Couto)
> O Vampiro De Curitiba (Dalton Trevisan)
> O Vampiro Que Descobriu O Brasil (Ivan Jaf)
> O Vendedor De Passados (José Eduardo Agualusa)
> O Vestido (Carlos Herculano Lopes)
> O Visconde Partido Ao Meio (Ítalo Calvino)
> O Vôo Da Madrugada (Sérgio Sant'Anna)
> Obras Poéticas (Cláudio Manuel da Costa)
> Ocidentais (Machado de Assis)
> Ode Triunfal (Álvaro de Campos, heterônimo de Fernando Pessoa)
> Odes Modernas (Antero de Quental)
> Oração Aos Moços (Rui Barbosa)
> Os Bruzundangas (Lima Barreto)
> Os Maias (Eça de Queirós)
> Os Melhores Poemas (Gilberto Mendonça Teles)
> Os Melhores Poemas De Manuel Bandeira (Org. Francisco de Assis Barbosa)
> Os Meninos Da Rua Paulo (Ferenc Molnár)
> Os Mortos Estão No Living (Miguel Marvilla)
> Os Pecados Da Tribo (José J. Veiga)
> Os Rios Turvos (Luzilá Gonçalves)
> Os Tambores Silenciosos (Josué Guimarães)
> Os Timbiras (Gonçalves Dias)
> Os Três Mosqueteiros (Alexandre Dumas)

> Papéis Avulsos (Machado de Assis)
> Paulicéia Desvairada (Mário de Andrade)
> Pedra Bonita (José Lins do Rego)
> Perto Do Coração Selvagem (Clarice Lispector)
> Poemas Completos (Alberto Caeiro, heterônimo de Fernando Pessoa)
> Poemas De Deus E Do Diabo (José Régio)
> Poemas Dos Becos De Goiás E Estórias Mais (Cora Coralina)
> Poemas Negros (Jorge de Lima)
> Poesia Lírica E Indianista (Gonçalves Dias)
> Poesias Incompletas (Antônio Girão Barroso)
> Ponciá Vicêncio (Conceição Evaristo)
> Primaveras Românticas (Antero de Quental)
> Primeiros Cantos (Gonçalves Dias)
> Profissão De Fé (Olavo Bilac)
> Prosopopéia (Bento Teixeira)

> Quem Tem Farelos? (Gil Vicente)

> Relato De Um Certo Oriente (Milton Hatoum)
> Relatos Escolhidos (Silveira de Souza)
> Ressurreição (Machado de Assis)
> Restos Do Carnaval (Conto Da Obra Felicidade Clandestina) (Clarice Lispector)
> Riacho Doce (José Lins do Rego)
> Rosaura, A Enjeitada (Bernardo Guimarães)

> Seara De Vento (Manuel da Fonseca)
> Seara Vermelha (Jorge Amado)
> Seminário Dos Ratos (Lygia Fagundes Telles)
> Sermão De Santo Antônio Aos Peixes (Pe. Antônio Vieira)
> Soneto Da Fidelidade (Vinicius de Moraes)
> Sonhos D'Oro (José de Alencar)
> Suíte Para Os Habitantes Da Noite (Aníbal Beça)
> Suspiros Poéticos E Saudades (Gonçalves de Magalhães)

> Tenda Dos Milagres (Jorge Amado)
> Terra De Santa Cruz (Adélia Prado)
> Terras Do Sem Fim (Jorge Amado)
> Tremor De Terra (Luiz Vilela)

> Um Homem Sem Profissão - Sob As Ordens De Mamãe (Oswald de Andrade)
> Um Sonho No Caroço Do Abacate (Moacir Scliar)
> Uma Aprendizagem Ou O Livro Dos Prazeres (Clarice Lispector)
> Uma Vida Em Segredo (Autran Dourado)
> Usina (José Lins do Rego)

> Viagem (Cecília Meirelles)
> Vozes D'África (Castro Alves)


PavMenth Assessoria > http://pavmenth.blogspot.com

sábado, junho 09, 2007

Genealogia da Moral



"O homem 'livre', o possuidor de uma duradoura e inquebrantável vontade, tem nesta posse a sua medida de valor: olhando para os outros a partir de si, ele honra ou despreza; e tão necessarimanete qunato honra os seus iguais, os fortes e confiáveis (os que podem prometer) - ou seja, todo aquele que promete como um soberano, de modo raro, com peso e lentidão, e que é ávaro com sua confiança, que distingue quando confia, que dá sua palavra como algo seguro, porque sabe que é forte o bastante para mantê-la contra o que for adverso, mesmo "contra o destino" -: do mesmo modo ele reservará seu pontapé para os débeis doidivanas que prometem quando não podiam fazê-lo, e o seu chicote para o mentiroso que quebra a palavra já no instante em que a pronuncia. O orgulhoso conhecimento do privilégio extraordinário da responsabildade, a consciência dessa rara liberdade, desse poder sobre si mesmo e o destino, desceu nele até sua mais íntima profundeza e tornou-se instinto, instinto dominante - como chamará ele a esse instinto dominante, supondo que necessite de uma palavra para ele? Mas não há dúvida: este homem soberano o chama de sua CONSCIÊNCIA..."


NIETZSCHE, Friedrich. Genealogia da Moral. São Paulo: Companhia das Letras, p. 62.

Cosmos



"Um livro é feito de uma árvore. É uma reunião de partes flexíveis e chatas (ainda chamadas de “folhas”) impressas com tipos pigmentados. Uma vista rápida nelas e ouvireis a voz de outra pessoas, talvez morta há milhares de anos. Através dos milênios, o autor fala, clara e sinceramente, dentro da nossa cabeça, direto para nós. A escrita é talvez a maior das invenções humanas, unindo pessoas, cidadãos de épocas distantes que nunca se conheceram. Os livros são as cadeias do tempo, a prova de que os seres humanos podem fabricar a mágica. Alguns dos primeiros autores escreveram na argila. A escrita cuneiforme, o ancestral remoto do alfabeto do Ocidente, foi inventanda no Oriente Próximo há cerca de 5.000 anos. Seu propósito era manter os registros: compras de cereais, venda de terra, triunfos do rei, estatutos dos sacerdotes, posição das estrelas, as preces aos deuses. Por milhares de anos a escrita foi esculpida na argila e na pedra, riscada na cera, cortiça ou no coro; pintada no bambu, papiro ou seda, mas somente uma cópia de cada vez, e, exceto pelas inscrições em monumentos, lida por pouquíssimos leitores. Então, na China, entre os séculos II e VI, o papel, a tinta e a imprensa, com blocos de madeira esculpidos, foram inventados, permitindo a confecção de várias cópias de um trabalho e a distribuição do mesmo. Passaram-se mil anos até a idéia sair da sua origem e chegar à Europa. Então, subitamente, livros foram impressos em todo o mundo. Pouco antes da invenção do tipo móvel, em torno de 1450, não havia mais do que uma centena de milhares de livros em toda a Europa, todos escritos à mão; cerca da mesma quantidade que a China no ano 100 a.C. e um décimo da grande Biblioteca de Alexandria. Cinqüenta anos mais tarde, em 1500, havia dez milhões de livros impressos. Aprender tornou-se possível para quem soubesse ler. A mágica estava difundida. (...) Os livros permitem-nos viajar pelo tempo e extrair o conhecimento dos nossos antepassados."



CARL SAGAN. Cosmos. São Paulo: Villa Rica, 1992, pp. 279, 281-282.

Saúde Mental, Crime e Justiça



“Os primeiros filósofos gregos criticaram a mitologia; interessavam-se pelos fenômenos naturais e não se satisfaziam com as explicações religiosas; por isso, ficaram conhecidos como os ‘filósofos da natureza’. O filósofo Xenófanes (570 a.C.) afirmou que as pessoas criam os seus deuses á sua própria semelhança: ‘os mortais acreditam que os deuses nascem, falam e se vestem de forma semelhante à sua própria’. (...) Sócrates se auto-denominava filósofo, querendo, com isso, marcar a sua posição de não se considerar como dono de certezas absolutas, mas sim de alguém cujo objetivo é chegar ao conhecimento e que reconhece que há muita coisa além daquilo que ele pode entender (...) Ele acreditava que a capacidade de distinguir entre certo e errado estava no homem e não na sociedade e achava que havia regras universais que regulavam o agir dos homens, ou seja, que elas eram todas mutáveis. (...) Platão, discípulo de Sócrates, com sua teoria das idéias, achava que o homem trazia com ele, ao nascer, idéias inatas. (...) Aristóteles não negava que o homem tivesse uma ‘razão inata’, mas, para ele, as idéias não eram inatas; todas as idéias e pensamentos penetravam na consciência a partir da experiência vivida. (...) Spinoza postulou que o homem é livre no sentido de que possui liberdade para desenvolver todas as possibilidades que lhe são inerentes, mas que as circunstâncias de vida podem obstruir nossa evolução e nosso crescimento pessoal (...) Somos governados pelo nosso potencial interno e pelas circunstâncias exteriores. (...) Hume valorizou muito o mundo cotidiano como ponto de partida para suas reflexões e chamou a atenção para o fato de que, como quando sonhamos, nossas mentes constróem idéias a partir das impressões que temos das experiências cotidianas (...) O que queria era que observássemos verdadeiramente as coisas e prevenir-nos contra o hábito, a fim de que não nos tornássemos escravos das nossas próprias expectativas. (...) Kant achava que tanto o sentido quanto a razão eram muito importantes para a nossa experiência de mundo. Da mesma maneira, tempo e espaço eram atributos da nossa consciência; nós percebemos as coisas no tempo e no espaço e as ‘leis da natureza’, para ele, são, na verdade, leis do conhecimento humano; a mente humana considera tudo o que acontece dentro de uma relação de causa e efeito. Existe uma forma de conhecimento que é inerente ao homem. (...) Para Kant o homem tem uma noção inata do certo e do errado; todas as pessoas entendem os acontecimentos do mundo como causados por uma consciência – que vale para todas as pessoas, em todas as sociedades, em todos os tempos.
Nesse fragmento da história, observamos o percurso de pessoas que viveram e que se colocaram questões profundas sobre a vida há mais de dois mil anos e nos confrontamos com uma realidade parecida: no fundo, sabemos pouco. Essa constatação pode ser profundamente angustiante quando nos encontramos frente à necessidade de dar e sustentar respostas para os fenômenos mentais que observamos, vivemos e apreciamos.”


PEPE, Mafalda Janasievicz. Personalidade. In: Saúde Metal, Crime e Justiça. São Paulo: Edusp, 1996, pp. 187-189.

Nietzsche



"A vitória comum das forças reactivas e da vontade de negar, Nietzsche chama-lhe 'niilismo' - ou triunfo dos escravos. A análise do niilismo é objecto da psicologia, segundo Nietzsche, entendendo que esta psicologia é também a do cosmos.
Para uma filosofia da força ou da vontade, parece difícil explicar como é que as forças reactivas, como é que os 'escravos', os 'fracos' levam a melhor. Porque, se todos em conjunto formam uma força maior que a dos fortes, não vemos muito bem o que mudou, e sobvre que se funda uma avaliação qualitativa. Mas, na verdade, os fracos, os escravos não triunfam por adição das suas forças, mas por subtração da força do outro: separam o forte daquilo que ele pode. Eles triunfam, não pela composição do seu poder, mas pelo poder do seu contágio. Acarretam um devir-reactivo de todas as forças. É isso a 'degenerescência'. Nietzsche mostra já que os critérios da luta pela vida, da selecção natural, favorecem necessariamente os fracos e os doentes enquanto tais, os 'secundários' (chama-se doente a uma vida reduzida aos seus processos reactivos). Por maior razão, no caso do homem, os critérios da história favorecem os escravos enquanto tais. É um devir-doentio de toda a vida, um devir-escravo de todos os homens que constituem a vitória do niilismo. Assim evitaremos também contra-sensos sobre os termos nietzscheanos 'forte' e 'fraco', 'mestre' e 'escravo': é evidente que o escravo não deixa de ser escravo ao tomar o poder nem o fraco, um fraco. As forças reactivas, ao levarem a melhor, não deixam de ser reactivas. Porque, em todas as coisas, segundo Nietzsche, trata-se de uma tipologia qualitativa, trata-se de nobreza e de baixeza. (...) Acontece que um doente pode dizer: ah! se eu estivesse bom, faria isso - e talvez o fizesse -, mas os seus projectos e as suas concepções são ainda as de um doente, e nada mais que as de um doente. Passa-se o mesmo com o escravo e com a sua concepção do domínio ou do poder. Passa-se o mesmo com o homem reactivo e com a sua concepção de acção. Por toda parte, é a inversão dos valores e das avaliações, por toda a parte são as coisas vistas do lado pequeno, as imagens invertidas como na clarabóia. Uma das grandes frases de Nietzsche é: "Temos sempre de defender os fortes contra os fracos".



DELEUZE, Gilles. Nietzsche. Lisboa: Edições 70, 2001, 86 p.

A Estratégia em Ação: Balanced Scorecard



Mais do que um simples conjunto de indicadores, o Balanced Scorecard é um sistema gerencial capaz de canalizar as energias, habilidades e os conhecimentos específicos de indivíduos dos mais diversos setores da organização em busca da realização de metas estratégicas de longo prazo.
Robert S. Kaplan e David P. Norton mostram como altos executivos de diversos setores estão utilizando o Balanced Scorecard para orientar o desempenho atual e focalizar o desempenho futuro. Eles ilustram a utilização de medidas em quatro categorias -- desempenho financeiro, conhecimento do cliente, processos internos, e aprendizado e crescimento -- para alinhar iniciativas individuais, organizacionais e interdepartamentais, e para identificar processos inteiramente novos destinados a atender os objetivos de clientes e acionistas.
Kaplan e Norton revelam também como o Balanced Scorecard pode se tornar um sólido sistema de aprendizado, capaz de testar, obter feedback e atualizar a estratégia organizacional. Por fim, percorrem as etapas que executivos de qualquer empresa poderão utilizar para criar seus próprios Balanced Scorecards, mudando a forma como medem e administram seus negócios.



NORTON, David P.; KAPLAN, Robert S. Estratégia em Ação: Balanced Scorecard. São Paulo: Campus, 1997, 360p.

quinta-feira, junho 07, 2007

A Instrumentalidade do Processo



Esta obra representa um dos marcos, no Brasil, da nova perspectiva do processo moderno, visto como instrumento da concretização do direito e da realização da Justiça. Através da relação entre o processo e o direito e os valores sociais e políticos, e sustentado pelo método teológico da interpretação das normas processuais, o Autor enfatiza, de modo especial, o ideal de efetividade do processo e de sua instrumentalidade para a realização da Justiça como a própria expressão do direito. Examinando temas atualizadíssimos, como o acesso à Justiça e, em conseqüência, do processo como instrumento da consecução de uma ordem jurídica justa, considera as perspectivas abertas com experiências já vitoriosas como os Juizados Informais de Conciliação.



DINAMARCO, Cândido Rangel. A Instrumentalidade do Processo. São Paulo: Malheiros, 2005, 413p.

Gestão Estratégica e Indicadores de Desempenho



Para que a manutenção seja eficaz é necessário que a empresa avalie seu desempenho, identificando seus pontos fracos. Para tanto, ela precisa dos indicadores de desempenho. Dentre os diferentes tipos disponíveis, como os corporativos, financeiros, de eficiência e eficácia, as empresas precisam saber escolher aqueles que melhor se adaptam às características do negócio e também aos seus objetivos organizacionais. Esses são alguns dos assuntos tratados pelos autores no livro.


KARDEC, Allan; FLORES, Joubert; SEIXAS, Eduardo. Gestão Estratégica e Indicadores de Desempenho. São Paulo, Qualitymark, 2002, 98p.

quarta-feira, junho 06, 2007

Monge e o Executivo: uma História sobre a Essência da Liderança



Você está convidado a juntar-se a um grupo que durante uma semana vai estudar com um dos maiores especialistas em liderança dos Estados Unidos.
Leonard Hoffman, um famoso empresário que abandonou sua brilhante carreira para se tornar monge em um mosteiro beneditino, é o personagem central desta envolvente história criada por James C. Hunter para ensinar de forma clara e agradável os princípios fundamentais dos verdadeiros líderes. Se você tem dificuldade em fazer com que sua equipe dê o melhor de si no trabalho e gostaria de se relacionar melhor com sua família e seus amigos, vai encontrar neste livro personagens, idéias e discussões que vão abrir um novo horizonte em sua forma de lidar com os outros. É impossível ler este livro sem sair transformado. O Monge e o Executivo é, sobretudo, uma lição sobre como se tornar uma pessoa melhor.



JAMES C. HUNTER. O Monge e o Executivo: uma História sobre a Essência da Liderança. São Paulo: Sextante, 2004.

Organização Orientada para a Estratégia



Depois do 1º livro - "A Estratégia em Ação: Balanced Scorecard" - publicado pela Editora Campus em 1997, os dois autores da Harvard Business School atualizaram seus conceitos e expandiram para a adoção do Balanced Scorecard como ferramenta estratégica.



NORTON, A.D.P.; KAPLAN, R.S. Organização Orientada para a Estratégia . São Paulo: Campus, 2000.

Administração de Vendas: uma Abordagem Introdutória



“O que faz uma empresa sair na frente das outras e disparar na busca de resultados excepcionais? O que faz uma empresa encantar seus clientes e oferecer-lhes um produto ou serviço cujo valor ultrapassa de longe os seus concorrentes? Estamos falando de venda e de todos os aspectos que a antecedem e que vem depois em termos de satisfação e valor para o cliente. Para que isso aconteça é mister que a empresa tenha uma excelente administração de suas vendas através de uma equipe de vendas integrada e coesa. Aliás, a Administração de Vendas constitui hoje uma das mais desafiantes áreas da administração de empresa, seja pelo dinamismo de sua atuação, seja pela constante necessidade de criatividade e inovação. Espero que esta obra introdutória e de iniciação possa servir de base para os futuros talentos nessa atividade.”



CHIAVENATO, Idalberto. Administração de vendas: uma abordagem introdutória. São Paulo: Campus, 2005.

O Que é Comunicação



Um final de campeonato no Maracanã. O primeiro dia de sessão no Congresso Nacional. Uma feira livre de bairro. A hora da novela numa família qualquer. Esses são alguns dos cenários imaginados pelo autor para descortinar o amplo e dinâmico mundo da Comunicação. Um mundo de signos e símbolos, da denotação e da conotação, dos códigos analógicos e digitais. É o mundo das novas tecnologias que aceleram e multiplicam as mensagens, transformando o planeta na "aldeia global".



BORDENAVE, Juan Enrique Diaz. O que é comunicação. São Paulo: Brasiliense, 1982